Primeiramente, você tem um coração?
Em caso de resposta positiva, aprochegue-se.
Mas não pergunto da forma clichê. Não estou falando do órgão responsável pela circulação sangüínea, tampouco deste coração que todo mundo diz ter.
Digo coração, de verdade. Que sente. Sente o mundo, as pessoas. Sente. Eu tenho um. E é extremamente raro encontrar pessoas que tenham! Outro dia mencionei que tinha um amigo muito legal, o Marcos. Disse que ele era raro. Eis o porque: Ele também tem um.
Conheci poucas pessoas que o possuem. Talvez possa contá-las apenas nos dedos da mão! Talvez e muito possivelmente, pensando bem.
O triste é que essas pessoas por vezes se perdem. Deixam-se levar. Porque é muito difícil manter um coração em meio à guerra. Ele é muito vulnerável... Em meio a mascarados armados e cobertos por armaduras, fica difícil resistir. Conheço alguns bravos que ainda desfilam com seus belos corações a paisana, mesmo sabendo o perigo que correm.
Outros covardes, como eu, decidiram colocá-lo em redomas. Medrosos.
Eu tenho um coração mesmo... Apesar de estar escondido. E ele está preenchido, mesmo que contra a razão e contra a minha vontade. Esqueci de mencionar que ele também é independente! Posso escondê-lo, reprimi-lo, mas ele não deixa de sentir. E não se escolhe quem entra e quem sai. Está cheio de amigos, familiares, lembranças, alguém.
Muita gente por aí acha que tem um. Não. Você não precisa ser perfeito, impecável, sem vícios ou problemas. Você só precisa sentir. E ser fiel a ele. Amar? O maior medo e maior desejo dos cardiomnis. Eu amei alguém desde que o conheci e amo até hoje. E sabe... Eu sei que não vamos ficar juntos. Pior de tudo, eu sinto. Ainda assim não posso exigir sua saída. Stupido cuore. Che cosa si può fare? Com o tempo ele muda de idéia. Tem que ser paciente... With great power comes great responsibility.
Sim, porque sentir é um grande poder se você aprende a usá-lo. Eu preciso aprender a usá-lo melhor. Até pediria ajuda, mas duvido que hajam muitos mais com esta síndrome por aí. Cardiomnis. Hey... Alguém? Alguém tem um?
Alguém?
...
Do you think you can find it?
Em caso de resposta positiva, aprochegue-se.
Mas não pergunto da forma clichê. Não estou falando do órgão responsável pela circulação sangüínea, tampouco deste coração que todo mundo diz ter.
Digo coração, de verdade. Que sente. Sente o mundo, as pessoas. Sente. Eu tenho um. E é extremamente raro encontrar pessoas que tenham! Outro dia mencionei que tinha um amigo muito legal, o Marcos. Disse que ele era raro. Eis o porque: Ele também tem um.
Conheci poucas pessoas que o possuem. Talvez possa contá-las apenas nos dedos da mão! Talvez e muito possivelmente, pensando bem.
O triste é que essas pessoas por vezes se perdem. Deixam-se levar. Porque é muito difícil manter um coração em meio à guerra. Ele é muito vulnerável... Em meio a mascarados armados e cobertos por armaduras, fica difícil resistir. Conheço alguns bravos que ainda desfilam com seus belos corações a paisana, mesmo sabendo o perigo que correm.
Outros covardes, como eu, decidiram colocá-lo em redomas. Medrosos.
Eu tenho um coração mesmo... Apesar de estar escondido. E ele está preenchido, mesmo que contra a razão e contra a minha vontade. Esqueci de mencionar que ele também é independente! Posso escondê-lo, reprimi-lo, mas ele não deixa de sentir. E não se escolhe quem entra e quem sai. Está cheio de amigos, familiares, lembranças, alguém.
Muita gente por aí acha que tem um. Não. Você não precisa ser perfeito, impecável, sem vícios ou problemas. Você só precisa sentir. E ser fiel a ele. Amar? O maior medo e maior desejo dos cardiomnis. Eu amei alguém desde que o conheci e amo até hoje. E sabe... Eu sei que não vamos ficar juntos. Pior de tudo, eu sinto. Ainda assim não posso exigir sua saída. Stupido cuore. Che cosa si può fare? Com o tempo ele muda de idéia. Tem que ser paciente... With great power comes great responsibility.
Sim, porque sentir é um grande poder se você aprende a usá-lo. Eu preciso aprender a usá-lo melhor. Até pediria ajuda, mas duvido que hajam muitos mais com esta síndrome por aí. Cardiomnis. Hey... Alguém? Alguém tem um?
Alguém?
...
Do you think you can find it?
3 comentários:
Ter um coração é muito difícil. Nem quero mais o meu, só dá problema. Se eu pudesse substituir o meu por uma maçã ou uma cebola, acho que as coisas ficariam mais fáceis.
haha E ainda poderia matar a fome, eventualmente. Eu fico com a maçã! Cebolas nos fazem chorar... E disso o coração também dá conta.
heuahueuae, matar a fome? Que poético? Já pensou?
"Que aconteceu com a Maripê?"
"Comeu o próprio coração..."
Hmmm. Pra falar a verdade acho que ficou meio Byroniano. Mas tem até uma música, chama "Eat Your Heart Out".
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