sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Só as lembranças de amor...

Não passam.



Chorei.


Confesso, particularmente nesta parte do show eu derramei umas lágrimas sofridas. Enquanto Victor e Léo cantavam "Lembranças de amor", tive um reboliço interno, mistura de alegria, tristeza, euforia, falta de senso do ridículo e excesso de calor humano. O gelo derreteu.

Vamos nos situar, certo? Fui ontem ao Rodeio de Araras, especialmente pelo show de Victor & Léo. Quem me conheceu tempos atrás, estranharia muito esta empreitada, pois eu DETESTAVA o gênero sertanejo. Porém, caminhos da vida me levaram a apreciar! Hoje, me apetece. Um pouco pela influência do meu ex-namorado (é triste reconhecer isso... Espero que ele não leia, já que eu o xingava horrores por gostar dessas "porcarias"). Mas até que agradeço a ele, pois o outro motivo de gostar é minha convivência no interior, onde sou constantemente exposta a este tipo de influência. E é aquela velha história... Se não pode ir contra, junte-se a eles! Neste quesito, ter aprendido a gostar foi importantíssimo! Economizei quilos de irritação gratuita.

Mas tem um porém. Agora eu troquei de amor para a vida inteira! Não amo mais o Clint, pessoas. Mais um entrou para o rol de cinemusicoliteratelevisiogatos. Meu novo amor é o Victory Léo. Sim, porque quem diabos sabe diferenciar quem é Victor e quem é Leo?! Nem a Courtney (codinome apropriadíssimo) nem eu sabíamos quem era quem nesse bem bolado, mas nos apaixonamos pelo moreno! Diante do impasse, decidimos que o moreno era o Victory Léo e o loiro era apenas um coadjuvante, parte da banda. Puta cara sem sal!

Pois é... Hoje, eu te amo. Não vou negar. E outra pessoa não servirá. Tem que ser você, sem porque, sem pra quê. Tem que ser você... Sem ser necessário entender.

Críticas ácidas caiam sobre mim! Gosto sim de sertanejo. Como também aprecio um samba... Bossa nova, Rock! Techno, dance, house, pop, forró... e Clássicas! Principalmente tocá-las no piano. A sonata ao luar... Clair de lune...

É possível amar várias pessoas ao mesmo tempo? Deve ser. Amo Léo e Clint e Darcy... E Debussy e Vinícius e João Neto. Saravá!

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