domingo, 31 de outubro de 2010

Warning sign

O dia-a-dia consome, não? Tenho que fazer isto, mais aquilo, daí entra outro não sei o quê no cronograma, mais aquele outro ali e aquela coisa inadiável! Ah! Mais aquilo lá.

E no fim as horas vão passando, tornando-se dias... meses... um ano, sete meses e nove dias. Como um líquido que escorre pelos dedos das mãos. Podemos não perceber, mas ele passa. Inexorável e impiedosamente.

E de repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente

Na velocidade indescritível do tempo.

Yeah the truth is, that I miss you, so...